Escolher um iPhone usado é sobretudo escolher entre geração, capacidade e estado. Quando percebes qual destes três pesa mais no teu uso, deixas de comparar anúncios ao acaso.
Geração: o que muda mesmo
A geração determina câmara, velocidade e quantos anos de actualizações ainda vais receber. Se usas o telefone para trabalhar com imagem, vídeo ou muitas aplicações abertas, sobe de geração. Se usas sobretudo mensagens, chamadas, redes sociais e banco, um modelo com alguns anos resolve e liberta orçamento para bateria nova e capa.
Capacidade: 64, 128 ou 256 GB
- 64 GB: só se guardares pouco e usares nuvem.
- 128 GB: o equilíbrio para a maioria das pessoas.
- 256 GB ou mais: fotografia e vídeo em quantidade, ou muitos jogos.
A capacidade não se aumenta depois. É a decisão mais difícil de corrigir.
Estado: o que é aceitável
Riscos no alumínio ou na capa traseira não afectam o uso. O que deves avaliar com atenção é o ecrã (manchas, linhas, toque que falha), a bateria e sinais de humidade. Compara na categoria de iPhone quanto poupas ao aceitar marcas de uso — muitas vezes a diferença de preço é grande e o aparelho é igualmente bom.
Perguntas a fazer ao vendedor
- Há quanto tempo tem o aparelho e porque está a vender?
- Qual a saúde da bateria hoje?
- Já houve substituição de ecrã, bateria ou câmara?
- Está livre de conta iCloud e de bloqueio de operadora?
- Tem caixa, cabo ou factura?
Respostas claras e rápidas são bom sinal. Respostas vagas obrigam a mais verificação presencial.
Erros comuns
- Escolher pelo preço mais baixo e ignorar a bateria.
- Comprar sem inserir o cartão SIM e fazer uma chamada.
- Aceitar apagar o aparelho "mais tarde", em casa.
- Pagar antes de ver.
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